sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Política ou politicagem no trabalho


Não há nada de mal em fazer política. Muito pelo contrário. Ela pode, e deve, ser um ingrediente importante para crescer na carreira. “Construir articulações e infl uenciar na tomada de decisão é um movimento legítimo, desde que seja algo claro e ético”, diz José Valério Macucci, consultor de liderança e professor do Insper - Ibmec São Paulo. A política faz parte da vida profi ssional e não se pode fugir dela. Segundo o consultor Gutemberg de Macêdo, especializado em recolocação de profi ssionais, muitos dos executivos que chegaram a seu escritório, em São Paulo, nos últimos meses após uma demissão demonstraram falta de habilidade para lidar com a política da empresa.

A diferença da política saudável para o jogo político está no uso da manipulação como forma de obter alguma vantagem sobre alguém ou sobre a empresa. Além disso, a politicagem é altamente contagiosa, na medida em que outras pessoas começam a reproduzir o mau comportamento quando percebem que aparentemente traz benefícios. “Os jogos políticos são contraproducentes”, diz Maurício. “Eles drenam os recursos da empresa, a energia e o tempo das pessoas.” Outra característica importante: qualquer jogo exige mais de uma pessoa para ocorrer. Portanto, não basta não iniciar um jogo. É preciso dizer “não” quando se depara com alguém jogando.

O consultor de marketing digital Alexandre de Mattos, de 35 anos, sucumbiu à tentação e entrou em uma barganha perigosa. Em fevereiro deste ano a holding do ramo de educação da qual ele era gerente fi cou mergulhada em jogos políticos quando um executivo anunciou sua saída, abrindo espaço para disputas por promoções. “As pessoas passaram a buscar alianças, segurar contratos e especular sobre os possíveis promovidos”, diz. Outro executivo, interessado em desmontar a área de Alexandre, propôs a ele uma troca: o indicaria a uma das vagas caso ajudasse esse executivo a fechar a área. Alexandre topou. “Me envolvi e quando me dei conta era tarde para desistir”, conta. Ele ganhou uma das principais gerências, mas o clima pesou, já que o acordo fi cou claro para os outros profi ssionais. Dois meses depois, Alexandre optou por deixar a companhia. “Nunca havia me envolvido nesse tipo de política e percebi que não tinha nada a ver comigo.”Você S.A

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Quem é o cliente de uma consultoria?


Vivemos numa época em que muito se fala sobre atrair, cativar, seduzir, e fidelizar o cliente. Com freqüência também ouvimos que é preciso encantar o cliente, ir além de suas expectativas e atender suas necessidades. Porém, para que isso aconteça, é imprescindível conhecê-lo bem e descobrir o que ele realmente deseja.

A partir desta constatação encontramo-nos diante do seguinte questionamento: quem é o cliente?
Cliente, em nossa língua, origina-se de cliens, clients, que significa vassalo, protegido de alguém, de um senhor. No caso da consultoria, podemos afirmar que cliente é alguém que necessita da ajuda de um consultor para satisfazer determinada necessidade.
Mas quem é realmente o cliente da consultoria? É aquele que contrata o serviço? É aquele que paga pelo projeto? É aquele que irá gerenciar as atividades propostas? Ou aquele que executará as tarefas?

A informação sozinha oferecida pela consultoria não é suficiente para agregar o valor necessário à solução do problema. Além de uma visão sistêmica das inter-relações entre as informações que formarão um corpo de conhecimentos, é fundamental que este esteja agregado á capacidade de ação do cliente para que se obtenham os resultados esperados.

O consultor não é o agente das mudanças propostas. Ele oferece ajuda profissional e técnica ao cliente, motivando-o e orientando-o em suas ações, mas quem deverá aplicá-las é o próprio cliente.

Mas, e os clientes? São todos iguais?

Atender os desejos e expectativas do cliente para obter sua satisfação com o serviço prestado exigirá do consultor a identificação precisa de seus atributos de valor. Se um cliente busca um serviço único e personalizado, com certeza não estará profundamente concentrado no preço e no tempo mais prolongado que provavelmente demandará para a execução dos serviços, além da exigência de consultores mais qualificados. Mas se, ao contrário, ele deseja um serviço padrão, com certeza não estará disposto a financiar uma estrutura mais complexa necessária ao desenvolvimento do projeto, e nem a disponibilizar um tempo maior para a realização de reuniões necessárias ao planejamento.

Assim sendo, nossas considerações pretendem enfatizar as principais alavancas para o sucesso da relação cliente/consultor: A identificação de quem é o meu cliente, quais são as suas necessidades, quais seus atributos de valor, e o que é preciso fazer para satisfazê-lo.

Podemos concluir diante do acima exposto que o cliente do consultor é quem ele orienta e não quem lhe paga. Mas então, fica a pergunta: será que não devemos considerar também como “cliente” todos aqueles que oportunizaram o desenvolvimento do projeto?

Por Rosangela Pereira Martins (Diretora do Núcleo IBCO Paraná – Instituto Brasileiro de Consultores de Organização)

sábado, 7 de novembro de 2009

Você é refém do seu salário?


Cifras altas guiam a escolha de muitos profissionais pela vaga que vão ocupar no mercado de trabalho. Afinal, essa é a possibilidade de conviver com tranquilidade financeira, sem ter de dizer "não" o tempo todo aos filhos e podendo realizar os sonhos de consumo.Mas, ao mesmo tempo, o salário alto pode ser fonte de mais pressão na vida profissional, já que as empresas o associam às metas arrojadas.

"É uma constatação: quanto mais alto o cargo e o salário, maior a necessidade à adequação do profissional na constante busca por metas e resultados".

As conseqüências - De acordo com consultores, quando o profissional tem uma quantidade maior de tarefas para fazer, às vezes, a pressão nem é tanto da empresa, mas sim da ansiedade que ele possui, "afinal, ele se vê cercado por decisões estratégicas que precisam ser decididas o tempo todo e isso pode causar estresse".

É um ciclo: o profissional é contratado por um salário alto, acredita que deve entregar resultados extraordinários para mostrar seu valor, faz uma busca sem controle pelas metas e acaba se sentindo pressionado. Sem canalizar tudo isso para um lado positivo, ele pode até mesmo começar a ter problemas de saúde.

E, se ele não tem um bom planejamento financeiro, acaba se tornando refém desta situação. Pense da seguinte maneira: o profissional começa a ganhar mais, mas também gasta mais. Então, sem controle, entra em dívidas e passa a ser refém deste salário alto, tendo de se submeter à pressão que ele provoca no trabalho para manter suas contas em dia.

Como sair dessa? - A empresa pode ajudar a quebrar esse ciclo, associando altos salários a metas factíveis."Acreditamos que é importante remunerar bem o profissional, porém sem perder o foco e sabendo respeitar o momento de descanso e lazer de cada um. Para que as pessoas tenham sucesso em seus trabalhos, elas não podem ser escravas dele, mas sim ter prazer naquilo que fazem".

Se o salário tem sido fonte de uma pressão insuportável, ainda vale a pena rever o orçamento para poder colocá-lo em dia e, por que não, procurar uma outra posição no mercado de trabalho, mais aliada aos objetivos profissionais e que promova qualidade de vida.
Flávia Furlan Nunes - InfoMoney - officerh.blogspot.com

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O pulo do gato em vendas


Na realidade ao nos debruçarmos sobre o que está por traz dessa questão fica claro uma tendência que temos pela busca da fórmula mágica, da receita infalível. É como se reputássemos nosso êxito a um efeito mágico que transcende nosso alcance.

Coincidentemente, estava ministrando uma aula sobre meu livro há algumas semanas quando surgiu esse tema e um dos participantes (um executivo da Trip Linhas Aéreas que, infelizmente, não me recordo o nome) sentenciou: o verdadeiro pulo do gato é que para que ele tenha sucesso em seu pouso ele tem que realizar 7 movimentos repetitivos para amortecer sua queda.

Fui pesquisar o tema e realmente é isso mesmo. Alguns especialistas em felinos confirmam essa visão: quando cai de um telhado, por exemplo, o gato faz 7 movimentos corporais até chegar no chão. Quando ele toca o solo, o pouso é tão suave que parece que o animal tem um amortecedor nos pés. Ele protege a cabeça, gira o rabo que funciona como um contrapeso, posiciona as patas, alinha o corpo e arqueia a coluna. Sempre assim. Existem alguns especialistas que consideram que é devido a esse padrão de movimentos que surgiu a lenda que o gato tem 7 vidas. Além desta visão existe uma outra história que considera a conversa de um gato com uma onça, mas vamos ficar com essa versão.

Você deve estar se perguntando: mas o que isso tem a ver com vendas?

Em minha opinião, tem tudo a ver. Na busca pela fórmula mágica muitas vezes acabamos nos esquecendo que uma performance excepcional é resultado de realizarmos com qualidade excepcional nossas atividades básicas. Isso inclui uma reflexão profunda sobre algo que muitas vezes nos passa despercebido por parecer muito óbvio: segmentei adequadamente minha carteira de clientes, tenho o foco em todo potencial de negócios do mercado ou apenas naqueles clientes que tenho mais relacionamento, estou cobrindo adequadamente minha carteira de clientes, minha abordagem inicial está adequada, minha argumentação básica de vendas tem aderência. Enfim, essa é tantas outras questões devem ser alvo de reflexão constante.

Esse comportamento independe da experiência profissional. Não importa se você é um profissional experiente ou jovem. Como o ambiente tem mudado muito rapidamente, gerando impactos profundos na dinâmica de mercado, é imperativo que façamos uma análise freqüente de nossas rotinas comerciais para que não fiquemos pelo caminho.

Meu amigo Carlos Júlio, colunista colega nesse espaço, sempre diz com brilhantismo: muitas vezes existe muita cereja para pouco bolo. Mais uma vez o Júlio acerta na mosca. Muitas vezes focamos nossos esforços na busca pela receita infalível e nos esquecemos daquilo que está ao nosso alcance. É como aquele fulano que aposta toda sua sorte na loteria e se esquece de fazer sua parte na busca pelo êxito. Sempre que apostamos nesse comportamento nos esquecemos de que o principal personagem para nosso sucesso somos nós mesmos. Não podemos delegar essa caminhada para ninguém ou nenhuma entidade mágica. O negócio está em nossas mãos mesmo.

Pois é, podemos concluir que o pulo do gato em vendas é que não existe pulo do gato. Existe sim muito esforço, dedicação e transpiração. Confesso a vocês que desconheço vendedores e dirigentes bem sucedidos na área comercial que não rezam por essa cartilha. Vale aquele velho ditado: só mesmo no dicionário que o sucesso vem antes de trabalho. Complementando sem perder o sentido da visão: muito trabalho.
Por Sandro Magaldi (diretor comercial da HSM do Brasil, Professor da ESPM e autor do livro Vendas 3.0 - Uma nova visão para crescer na era das idéias).

Desvendando valor em vendas


O vendedor deve se posicionar como fonte de geração de valor aos seus clientes. É nesse ponto que nos deparamos com o desafio de entender o real significado dessa palavra, pois só assim conseguiremos entender seu significado para o universo de nosso cliente. Esse é o foco desse artigo. Afinal, o que quer dizer valor em vendas?

Em sua essência valor é sinônimo de significado, ou seja, você só reputa valor a algo que tem alguma significância para você mesmo. Traçando uma metáfora temos pessoas que valorizam carros de marca, como uma Ferrari, e estão dispostas a imensos sacrifícios para realizar o sonho de adquirir um deles. Isso acontece porque a aquisição desse bem tem um significado importante para a vida dessas pessoas seja no que se refere à forma como passam a ser reconhecidas ou ao que esse bem representa a elas em termos de ascensão pessoal, por exemplo. Não importa se você não concorda com essa visão e acha um desperdício gastar tanto dinheiro para comprar um simples automóvel. O fato é que quem define o que é valor é o cliente e não o vendedor. Por isso, a importância de buscarmos entender seu foco nos colocando em seu lugar para enxergar o mundo com seus olhos.

Considerando essa visão podemos concluir que nós, vendedores, temos como primeira missão buscar descobrir o que tem significado para nossos clientes. Em alguns casos descobriremos que é o preço, porém lhe desafio a se aprofundar nessa resposta fácil e tentar entender o que está por trás dos seus argumentos quando ele lhe pressiona por uma melhor negociação. Você irá observar que existem outros elementos muito mais relevantes para o universo do cliente como a confiança em um fornecedor que não falha, a busca por um parceiro de negócios, a demanda por uma solução única e por aí afora.

Um elemento que torna essa missão mais complexa é que o valor é relativo ao contexto. De acordo com o cliente e seu universo a percepção do que é valor muda. Você terá clientes com perfis muito similares atuando no mesmo setor que valorizam coisas distintas. Ou seja, devemos tomar muito cuidado com as generalizações. Aquele método bem sucedido que você adotou para um cliente pode não ter a mesma eficácia para outro mesmo sendo tão similares seus contextos. É necessário que o diagnóstico de valor ocorra individualmente de acordo com as demandas de cada organização. Novamente trago à tona a metáfora com o médico de família: o diagnóstico não acontece de forma generalizada. Cada caso é um caso.

Essa individualização é essencial. Afinal o valor é único. Via de regra as ofertas ou relações mais padronizadas tendem a ser reconhecidas como de menos valor, já que o que nosso cliente busca algo que foi desenvolvido para ele. No caso de sua oferta ter características similares para todo o mercado personalize a relação comercial, entenda as aspirações desse cliente e crie um valor por meio desse relacionamento.

Finalmente pegando carona em uma observação apresentada pelo leitor Luis Henrique Santana no meu último artigo: "por trás de um CNPJ sempre existe um CPF". Já abordei em mais de uma oportunidade essa visão nesse mesmo espaço. Quem compra são as pessoas e não as empresas. Logo entregar valor, mesmo em uma relação business-to-business (B2B), significa entender também as aspirações individuais de seu comprador.

Sintetizando tudo o que abordamos nesse artigo, temos a visão do vendedor como principal criador de valor a seus clientes. Para isso, é necessário um correto diagnóstico deste universo onde você irá se buscar entender aquilo que tem significado ao seu cliente e entender o seu foco. Esse processo deve ocorrer em bases individuais, afinal cada situação demanda uma solução específica (o valor é relativo ao contexto). Finalmente, não deixe de pensar também no que tem valor para seu comprador, pois devemos criar valor às empresas e às pessoas. Os ingredientes estão aí. Agora é misturar tudo e gerar uma fórmula pessoal para criar valor a suas vendas. Boa sorte!
Por Sandro Magaldi (diretor comercial da HSM do Brasil, Professor da ESPM e autor do livro Vendas 3.0 - Uma nova visão para crescer na era das ideias)

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Novidades In Company


A In Company - Gestão de Pessoas, além deste blog também está no Twitter (@In_Company) e no final do mês de novembro estará lançando seu novo site, mais informações na sequência!

Como vender lenços em um ambiente instável


Como já comentei na última coluna, não acredito em respostas fáceis para questões complexas, porém é importante buscarmos referências que nos orientem nessa jornada.

O primeiro ponto se refere ao processo de criação de valor ao cliente. Agregar valor ao cliente é um mantra que se popularizou fortemente ao longo dos últimos anos, correndo o risco de cair no lugar comum. A despeito desse risco o fato é que é necessária a adoção dessa visão. Tradicionalmente, o vendedor habituou-se a basear sua abordagem comercial na comunicação do valor do produto ao cliente. Essa postura não é mais o suficiente. É necessário aliar essa habilidade com a de criação de valor ao cliente. Isso significa o estabelecimento de uma visão que extrapole o relacionamento comercial.

Para atender essa necessidade o profissional de vendas deve posicionar-se como um gestor de negócios. O mantra corrente deve ser: o negócio do meu cliente é o meu negócio. Assim, o foco no cliente não é mais suficiente. Agora a principal orientação é entender o foco do cliente.

Tenho tido muito contato em palestras e conversas com gestores em geral para abordar esse contexto. Por meio dessas conversas fica claro que profissionais com essas características são verdadeiras moscas-brancas. Considerando essa situação se faz necessário um forte investimento nos vendedores campeões, de grande potencial de sua empresa.

Tenho a clara percepção que em tempos de vacas gordas ficamos mais condescendentes com profissionais com desempenho mediano. Não há mais espaço para essa atitude. Entramos na era da produtividade em 150%. Não há fórmula mágica: só as pessoas excepcionais geram resultados excepcionais. As empresas não podem se dar ao luxo de uma atitude complacente com a mediocridade em sua equipe de vendas.

E todo vendedor campeão sabe da importância do relacionamento com o cliente. Nesse sentido, não devemos nos esquecer que por mais que esse relacionamento seja corporativo, sempre lidamos com pessoas. Quem compra é as pessoas não as empresas. Essa visão deve estar clara ao vendedor que é o responsável por levar uma mensagem otimista ao seu cliente. Crise é uma palavra que deve ser extinta do vocabulário do vendedor.

Como vimos a atividade de vendas tende a ganhar importância dentro da organização, com impacto profundo nos resultados e na gestão do negócio. Por isso, é requerido que seja tratada de forma estratégica por todos na organização e principalmente por seu presidente.

O momento atual requer que o presidente atue como um vendedor. Se isso não for possível devido a seu perfil, é requerido que esse gestor ande de mãos dadas com o líder de vendas da empresa, provendo todos os insumos necessários para sua performance. Mais do que resultados práticos, esse comportamento dá sinais claros para a organização a respeito do alinhamento requerido pela empresa.

Um último lembrete: cuidado com as reduções impensadas de preço. Acredito que não há um único vendedor que não esteja lidando com solicitações de redução de preços de seus clientes. E o mais perigoso é que temos todas as desculpas do mundo para aceitar esses pedidos.

Cuidado!! A adoção desse procedimento sem uma visão mais abrangente pode causar um efeito tão negativo que coloque todo seu negócio em risco. Por mais difícil e complexo que seja devemos aliar nossa visão de curto prazo com a de longo prazo orientada a perenidade do negócio. Devemos encarar esses tempos como uma fase de transição e estar muito, mas, muito bem posicionado mesmo para quando as coisas se estabilizarem um pouco mais.

Tudo o que temos visto e vivenciado deixam clara a percepção que estamos diante de um desafio sem precedentes. Como já disse um dos protagonistas dessa nova era, Barack Obama: “Tempos excepcionais demandam medidas excepcionais”.

No final do dia, as organizações e profissionais que encararem esse ambiente como um mundo de possibilidades em detrimento de uma visão pessimista terão a condição de serem os vencedores agora e sempre. Que assim seja.
Por Sandro Magaldi

Petrobras ganha prêmio por ação com funcionários


A Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial) concedeu à Petrobras o Prêmio Aberje na categoria comunicação e relacionamento com o público interno pela campanha “Alimentação Saudável”. A ação, direcionada para 110 mil trabalhadores dos mais diversos níveis hierárquicos, teve como objetivo reduzir números preocupantes: 10% da força de trabalho embarcada apresentavam risco coronariano acima do esperado; 41% apresentavam pré-obesidade; 19% estavam obesos. Para isso, foram adotados cardápios mais saudáveis nos restaurantes das plataformas e áreas terrestres de produção. A campanha trabalhou com o slogan “Manter uma alimentação saudável é opção de cada um. Oferecer uma alimentação saudável é dever nosso”.

A cultura do elogio


Despertar nos funcionários a cultura do elogio. Esse foi o desafio do Hospital Israelita Albert Einstein, centro de excelência médica que conta com oito unidades e 7,5 mil funcionários. Para atingir o objetivo foi idealizada a campanha “Quem faz acontece”, planejada e conduzida pela área de comunicação interna, que está dentro da estrutura de RH do Hospital.

O intuito era implantar uma ferramenta motivacional que possibilitasse reconhecer atitudes e comportamentos positivos dos colaboradores. Para isso, era preciso estabelecer uma maneira de distinguir o bom trabalho das pessoas e das equipes. Daí a ideia de que os próprios funcionários indicassem seus colegas de trabalho, individualmente ou em equipe, fossem eles da sua área ou não.

Assim, os funcionários receberam um kit da campanha, no qual havia uma ficha para que fizessem a indicação de quem merecia ter o trabalho reconhecido, tendo por base os critérios da campanha: calor humano, respeito pelas pessoas e responsabilidade na profissão. Escolhidos a partir de três pesquisas: de Clima, da Marca Einstein e de Cliente Externo.

A comunicação foi essencial no processo de estímulo e promoção da campanha. Foi por meio das ferramentas de comunicação que os funcionários puderam entender que aquela era a maneira encontrada pelo hospital para reconhecer as melhores atuações e comportamentos. Para divulgar a iniciativa foram utilizados diferentes meios como carta do presidente, kit de indicação, hot site, newsletter eletrônica, cartazes e displays.

A premiação teve caráter simbólico e não monetário. Todos os indicados validados pela auditoria receberam uma medalha acompanhada de uma carta de agradecimento. O prêmio foi entregue diretamente pela liderança, sem a realização de evento formal. Outro aspecto foi a escolha dos mais indicados para atuarem como protagonistas, dando a eles um status de exemplo de conduta.

Se todo mundo está chorando, o negócio é vender lenços


Está claro que um novo paradigma no mundo dos negócios deverá emergir para dar conta de toda a complexidade que surge como um verdadeiro iceberg, do qual só conhecíamos sua ponta visível. A primeira reação das organizações e de seus gestores, ao se deparar com esse novo cenário, foi a letargia total.

Acostumados a um contexto de receitas prontas, muitos gestores perderam o chão e ficaram, literalmente, paralisados. Essa atitude não é sustentável. É necessário arregaçarmos as mangas e fazermos do limão a limonada. Ao iniciar uma reflexão sobre os caminhos que devemos seguir, a primeira questão que se coloca é: quais são as novas bases para a gestão bem-sucedida de nossos negócios?

Por mais paradoxal que possa parecer, um dos pilares desse novo contexto é o olhar para trás. Como dizem os americanos, é hora de go back to basics. Encontraremos as pistas para esse novo modelo ao orientar nossa análise aos princípios fundamentais da gestão. Isso significa reconhecer as evidentes limitações das práticas de redução de custos tão em evidência atualmente. Está claro que essas práticas tendem a encontrar seu limite, quando se chega a um ponto onde não existe mais ganho relevante ou qualquer ponto de alavancagem.

Assim, a única saída para um crescimento sustentável (ou para a sobrevivência de seu negócio) é vender mais e melhor. A palavra-chave dessa nova era é “vendas”. Por mais estranho que isso possa soar diante de um cenário tão adverso, o fato concreto é que um ambiente hostil como o atual, menos comprador, favorece o incremento da importância da atividade de vendas nas empresas.

A novidade é que essa valorização não acontece de forma indiscriminada por todos os contextos de vendas. A tendência é que exista uma demanda crescente por uma atuação comercial mais estratégica, menos tática. Uma ação mais abrangente da atividade que considere todo seu potencial de geração de valor à organização. Batizei esse modelo de “Vendas 3.0”. Trata-se de uma visão da atividade comercial que considera a integração dos conceitos básicos já conhecidos a outras esferas do conhecimento organizacional, como o estudo do comportamento do consumidor, os princípios de uma estratégia comercial valiosa e de uma prática de execução impecável, os caminhos para criação de valor ao cliente e o perfil do profissional de vendas bem-sucedido nesse ambiente.

Cada uma dessas esferas requer uma análise específica. Mesmo considerando essa especificidade, é fundamental a integração de todas essas iniciativas com vistas a construir uma estratégia comercial única, adequada aos desafios que se apresentam atualmente. Estamos diante de um cenário que não é para amadores. Só mesmo aqueles executivos que encararem esse contexto de forma proativa e otimista conseguirão triunfar.

Seguramente, esse triunfo não será alcançado sem percalços e adversidades; porém, não será nada que nós não possamos suplantar. Lembre-se de que, no Brasil, já vendemos em momentos plenos de dificuldades, como quando ninguém tinha dinheiro disponível, no Plano Collor, ou quando o cliente adquiria um produto ou serviço do qual não sabia o preço final, devido à inflação galopante ou à indexação da URV. Devemos ter a cautela de fugir de respostas fáceis, quando temos perguntas complexas. Isso significa reconhecer que não existe uma receita pré-definida aos desafios que se apresentam.

Porém, essa percepção não pode levar à paralisia. O fato é que as oportunidades geradas pela instabilidade são enormes para a atividade comercial. Agora é a verdadeira hora da verdade. Vender em tempos de bonança é uma coisa. Vender em tempos turbulentos é algo reservado àqueles que realmente sabem das coisas. Na próxima coluna, detalharei os fundamentos para que um modelo comercial seja bem-sucedido em um cenário de instabilidade como o atual. Um cenário para lá de desafiante, porém com uma recompensa da mesma proporção.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

A resposta da Havaianas

Os líderes são líderes porque fazem a diferença, inovam e arriscam!

Marqueteiro de Obama fará campanha de Dilma

Para catapultar a ministra-chefe da Casa Civil à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT vai apostar em um mago do marketing na internet. A legenda nega que tenha contratado Ben Self – um dos especialistas responsáveis pelo sucesso da campanha do americano Barack Obama na rede, no ano passado. Mas, ao que tudo indica, ele estará ao lado de Dilma e do PT em 2010.De acordo com o secretário nacional de Finanças da sigla, Paulo Ferreira, Ben Self não foi contratado pelo PT.
Ele irá prestar consultoria para a Pepper Comunicação, empresa de marketing para internet vinculada ao publicitário João Santana, responsável pela campanha de Dilma Rousseff.Há duas semanas, Self se reuniu na sede do PT em Brasília com Santana, Ferreira e o presidente do partido, deputado Ricardo Berzoini. Self também já conversou com a ministra.
Em entrevista ao site Terra, Ben Self confirmou que estará ao lado de Dilma na campanha, mas não quis polemizar em cima do fato de trabalhar para Santana ou para o PT.– Apenas vou dizer que estamos trabalhando com a estratégia da campanha em geral – afirmou.Em outro ponto da entrevista, o americano se disse empolgado com a proposta petista:– Eu certamente gostei da minha estada no Brasil e retornarei ao país em algumas semanas.
Para o marqueteiro, os brasileiros estão preparados para empregar a internet nas campanhas políticas:– Só de visitar o Brasil dá para notar que as pessoas estão entusiasmadas com a eleição que está por vir, são ativas na internet e estão animadas, pois os políticos podem usar a internet de modo mais eficiente. Acho que será uma grande oportunidade para o país. ZERO HORA

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Classes Sociais São Dinâmicas: Compreenda Segmentos, mas Foque Clusters!

Cada vez mais, as classes sociais são um conceito dinâmico, quase uma abstração.
Para fins de classificação social – países, políticas públicas, etc – esse conceito pode até fazer sentido. Mas para o processo comercial entre marcas (produtos e serviços) e indivíduos, grupos, comunidades, redes, nichos… (clientes/consumidores) não!
Por exemplo, no Brasil, pessoas (consumidores/clientes) da chamada Classe C se comportam como consumidores das Classes B e até A quando o assunto é telefonia celular (voz). Já para Ferraris, a grande maioria das pessoas da Classe A se comportam como usuários da Classe E, pois nunca adquiririam este produto no Brasil, mesmo tendo capacidade para tal. Simplesmente não são targets. E ponto.
Em outras palavras, a segmentação de mercado tradicional (condição financeira, idade, sexo, região, etc) não é mais suficiente (apesar de importante) para maximizar o potencial de vendas, receitas e, portanto, de lucros sobre produtos e serviços. Na verdade este tipo de análise praticamente ignora as questões sócio-comportamentais dos indivíduos, pois atua de forma linearmente estratificada e não por associação de interesses, atitudes, objetivos, restrições, impressões, intenções, etc, etc…
O novo marketing dirigido deve considerar a clusterização como modelo de agrupamento social para fins comerciais e de relacionamento, uma vez que indivíduos e seus padrões, comportamentos, vetores e atitudes de consumo se organizam em clusters e não em segmentos (a Web 2.0 com suas comunidades e redes está aí para comprovar)… Os clusters são multi-segmentos e, ao mesmo tempo, 1 universo.
Cabe o gestor de marketing compreender essa variável crucial de ruptura de modelo. Quando fizer isso, vai perceber que o próximo passo é associar o Relacionamento com os Clientes/Consumidores às tradicionais práticas de Vendas e Branding que hoje, em sua maioria, são do tipo push to market. por
Daniel Domeneghetti

Obama depois de visitar Michael Jackson


Dez atitudes dos profissionais de vendas diferenciados


1) Todos os dias preparam-se psicologicamente, inundando sua mente com pensamentos positivos, não deixando espaços para os negativos. Sempre acreditam em si e na sua grande capacidade de realização. Nunca falam frases do tipo “hoje o dia vai ser ruim” ou “com essa crise as vendas ficam difíceis”.
2) Visitam ou recepcionam os clientes com entusiasmo e de cabeça erguida, pois gostam do que fazem e têm segurança no que falam, conquistando rapidamente a confiança deles, graças ao alto nível de conhecimento técnico.
3) Andam sempre um quilômetro a mais, não dando ouvido aos colegas acomodados, que vivem dizendo que não vale a pena pela falta de reconhecimento. Primam pela qualidade dos serviços e sempre fazem, com satisfação e voluntariamente, mais que a obrigação.
4) Conhecem a fundo os seus clientes, mercado, concorrência etc. e estão sempre atentos ao que acontece com eles no dia a dia, de modo a se readaptarem rapidamente a uma nova situação motivada por qualquer adversidade.
5) São cumpridores de prazos, não deixando seus clientes ou sua empresa na expectativa de promessas não cumpridas. Não deixam para amanhã o que pode ser feito hoje, pois além de comprometidos são disciplinados.
6) Aceitam o “não” com naturalidade, pois são conscientes de que a negativa do cliente não é definitiva, mas apenas o começo da negociação. E o vendedor profissional gosta de desafios e um dos principais deles é converter os vários “nãos” dos clientes em “sim” diariamente.
7) São bons competidores e vencedores. Em vez de perderem tempo e energia reclamando e falando mal dos concorrentes, estão sempre agindo com profissionalismo, ética e respeito. Com essa atitude, ganham a confiança e também o respeito dos clientes.
8) Em vez da zona de conforto, preferida pelos vendedores comuns, adoram a zona de aprendizado, pois sabem que esta é que conduz qualquer profissional ao sucesso. Portanto, estão sempre em busca de novos aprendizados e desenvolvimento profissional. Do mesmo modo, estão sempre prospectando, visitando clientes e fazendo pós-venda.
9) São conscientes de que não são indispensáveis, mas fazem a grande diferença para os clientes e sua empresa, por serem praticantes da relação ganha-ganha. Com isso, mantém uma carteira de clientes de longo prazo e garantem a sua estabilidade no emprego, tão questionada e inconstante para os vendedores comuns.
10) Estão sempre dando um verdadeiro show, assistido e aplaudido por uma grande platéia de clientes encantados e fiéis, através do excelente atendimento, prestação de serviços e assistência. Por isso, com crise ou sem crise, estão sempre vendendo bem e usufruindo de suas merecidas e gordas comissões. Antônio P.B. Braga - palestrante e instrutor de Vendas e Qualidade no Atendimento da Sagra Consultoria em Vendas. É autor do livro "QUER VENDER BEM? DEIXE DE SER VENDEDOR!"

HP poderá comprar a Microsoft

De acordo com o chairman do Gartner, Donald Feinberg, que no passado previu a fusão entre Oracle e Sun antes da concretização do negócio, disse durante a 14ª Conferência do instituto “O Futuro da TI”, que a “HP possivelmente comprará a Microsoft e não ao contrário”, e completou “nos próximos 18 meses” Fonte: thetoptips.com.br.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Nestlé e a seleção


Portal Exame - Nestlé, maior empresa de produtos alimentícios do mundo, negocia com a CBF para entrar no panteão de empresas que patrocinam a Seleção Brasileira de Futebol -- grupo do qual fazem parte Nike, Pão de Açúcar, AmBev, Vivo e TAM. Nenhuma das partes comenta o assunto oficialmente, mas executivos da multinacional suíça dizem que as negociações para a assinatura de um contrato estão em estágio avançado. Caso feche o acordo, a Nestlé poderá usar a imagem da seleção para promover sua marca e terá o direito de expor banners em treinos da equipe e prioridade para comprar cotas de patrocínio nas transmissões dos jogos da Copa de 2014, evento que será realizado no Brasil.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Jobs voltou!

G1 - "Estou muito feliz por estar aqui hoje com todos vocês. Como alguns de vocês sabem há cerca de 5 meses eu fiz um transplante de fígado, de modo que agora tenho o fígado de uma pessoa de uns 20 anos que morreu em um acidente de carro. Eu não estaria aqui sem tamanha generosidade. Espero que todos nós possamos ser tão generosos e nos tornarmos doadores de órgãos", disse Jobs, agradecendo o apoio da comunidade, Tim Cook e do time executivo da Apple, para ser ovacionado logo em seguida. "Então, eu estou na vertical, estou de volta, eu estou começando a trabalhar com nossas equipes para lançar alguns grandes produtos novos", afirmou Jobs, segundo cobertura ao vivo do blog "Engadget".

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Eduardo Tevah em Pelotas!


O Conselho Regional de Administração e a Associação dos Administradores Profissionais de Pelotas trazem à Pelotas o conferencista Eduardo Tevah no dia 24/09 às 19hs no Theatro Guarany, com a palestra Oportunidade para Inovação e Sustentabilidade, ingressos à venda na sede do CRA Pelotas, UCPEL, UFPEL, Faculdade Senac e Anhanguera junto aos cursos de Administração destas instituições, exceto a Faculdade Senac que deve ser junto a recepção da entidade. Investimento de R$ 10,00 estudante e R$ 15,00 profissionais, preços especiais para pacotes de empresas.

Nota de esclarecimento

A Sadia informa que seu diretor-presidente, Gilberto Tomazoni, decidiu deixar a companhia após 27 de anos de trabalho, dos quais quatro anos no cargo. Sob a liderança de Tomazoni, a Sadia se consolidou como um dos principais players mundiais em seu segmento. Trata-se de uma decisão pessoal e aceita pela companhia, que nomeou o atual presidente do Conselho de Administração, Julio Cardoso, para acumular o cargo.

Cardoso, que assumiu a Presidência do Conselho em julho, foi presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frango (Abef) entre 2004 e 2005. Foi, ainda, presidente das empresas Seara Alimentos, Santista Alimentos e Kibon, entre outras.

A mudança em nada irá alterar a rotina da Sadia, que segue operando de forma separada e independente, em respeito ao Acordo de Preservação da Reversibilidade da Operação (APRO) firmado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

São Paulo, 2 de setembro de 2009

Sadia S. A.

Sadia demite seu presidente

Por Cristiane Mano - O executivo Gilberto Tomazoni deixa nesta quarta-feira a presidência da Sadia, após quatro anos no cargo. Para seu lugar, foi escolhido Julio Cardoso, ex-presidente de empresas como Bunge Alimentos e Seara. Cardoso ocupava desde julho deste ano o cargo de presidente do conselho de administração da Sadia, quando Luiz Furlan assumiu a co-presidência do conselho de administração da Brasil Foods, ao lado de Nildemar Secches.
É a terceira - e mais importante - baixa na diretoria da empresa neste ano. Gilberto Xandó, diretor comercial de mercado externo da Sadia, foi o primeiro a sair, em janeiro. Em junho, Eduardo Noronha deixou a diretoria de RH da empresa para assumir a posição de COO na Contax.
A fusão entre Sadia e Perdigão está sendo coordenada pela consultoria McKinsey.

Administração da Católica e Câmara de Vereadores firmam parceria

Planejamento, endomarketing e marketing social agora são elementos de gestão que entram na rotina da Câmara Municipal de Vereadores de Pelotas. A Universidade Católica (UCPel) e a Casa do Povo fecharam parceria para que três estudantes de Administração realizem no local seus trabalhos de conclusão de curso.
A formalização ocorreu na manhã desta segunda-feira (24), na sede da Câmara.O conhecimento acumulado durante a graduação servirá agora tanto para o aperfeiçoamento da formação dos alunos quanto para trazer melhorias na gestão da Câmara. Quem sai ganhando é a comunidade. Conforme o vereador Eduardo Macluf, autor da proposta, a ideia é que a presença dos futuros administradores auxilie no processo de gestão da entidade. Mudar “vícios” e romper paradigmas são os desafios para os processos administrativos. “A intenção é mudar, melhorar.
O sucesso do trabalho dos estudantes é o sucesso que queremos para esta Casa e para a comunidade de Pelotas”, salientou.Para o professor orientador dos estágios, Rafael Damé Andretti, a inserção dos acadêmicos em uma organização pública é um diferencial agregador da formação dos estudantes da UCPel. “Nesse novo currículo do curso, que tem ênfase na prática, ter a experiência da atividade pública de responsabilidade social é muito importante”, afirmou.Conforme o coordenador do curso de Administração, professor Elói Tramontin, a atuação dos acadêmicos será semelhante a uma consultoria. “Serão três meses de análise e criação de planos de ação.
A proposta é melhorar de acordo com novas técnicas administrativas não só no meio de gestão, mas político”, salientou. De acordo com ele, é importante que, após essas análises, o trabalho possa ter continuidade e seja implementado e executado.Ferramentas de gestão na área públicaAs três áreas que serão trabalhadas pelos alunos foram escolhidas de acordo com as demandas da própria Câmara. O endomarketing procurará pesquisar o clima organizacional. O planejamento buscará um diagnóstico administrativo e elaborará planos de ação. Ao marketing social cabe analisar o conhecimento que a comunidade tem em relação ao trabalho realizado pela Câmara de Vereadores. Os estudantes Lucélia Maciel, Heloísa Helena Oliveira e Daniel Xavier dos Santos serão os responsáveis, respectivamente, por cada área. De acordo com Lucélia, dois grandes desafios a serem enfrentados são a mudança de hábitos necessária à entidade e sua estrutura física limitada. “Vamos operar com o melhor do que adquirimos nesses anos de estudo”, disse.

Empresas polêmicas

O administrador de empresas paulistano Aldo Toledo, de 26 anos, enfrentou a desconfiança de parentes e amigos quando escolheu seu curso de trainee no início de 2007. O jovem talento, que tinha acabado de ser contratado como analista da multinacional de tecnologia Siemens, foi aprovado em três programas, dois deles em São Paulo, e poderia optar por trabalhar em um grande grupo empresarial brasileiro ou em uma companhia global do setor de alimentos.
Mas Aldo preferiu se mudar para o Rio de Janeiro para ser trainee da fabricante de cigarros Souza Cruz, não sem antes ter que dar explicações. “Muitos me perguntaram se eu teria que começar a fumar para trabalhar lá. Até um professor me questionou sobre os motivos da minha escolha”, diz. Aldo acabou convencendo todos de que aquela era uma boa decisão. Seus argumentos?
A Souza Cruz ofereceu as melhores perspectivas de carreira e foi transparente com relação à questão do cigarro. “Não vejo problema em trabalhar em uma empresa de tabaco. A Souza Cruz fala claramente que o produto oferece riscos, mas se dirige ao público adulto, que escolhe fumar onscientemente”, diz. Polêmicas à parte, Aldo tem hoje uma carreira ascendente na companhia. O jovem gestor ilustra bem a agressividade do plano de carreira na Souza Cruz.
Com menos de um ano de casa, foi promovido a gerente de tesouraria, antes mesmo de concluir o programa de trainee, e deve receber mais uma promoção no fim do ano para uma área nova. Neste ano, a Souza Cruz vai investir 6 milhões de reais no desenvolvimento de seus funcionários. Os programas incluem parcerias com algumas das melhores escolas de negócios do país, como a Coppead-UFRJ, no Rio, e a Fundação Dom Cabral, em Belo Horizonte. Criada há dez anos, a academia de trainees da empresa,da qual Aldo participou, recebe todo ano 25 jovens, que fazem um "mini-MBA" de 18 meses.
No semestre final, eles são promovidos a gerentes e participam de sessões de coaching. A empresa também oferece oportunidades de carreira internacional, pois faz parte da British American Tobacco, o segundo maior grupo fumageiro do mundo. “Em geral, setores que trabalham com produtos polêmicos têm políticas de desenvolvimento e remuneração bem agressivas, já que o negócio em si não é um diferencial na atração e retenção de profissionais”, diz Thais Blanco, consultora sênior da Hewitt Associates, de São Paulo. “A indústria tabagista, por exemplo, é pioneira na criação de universidades corporativas.(http://www.vocesa.com.br/)”.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

20 anos sem Raul

Comunicação eficiente

Por Lígia Velozo Crispino - A boa comunicação está entre as competências primordiais para um profissional que almeja o sucesso na carreira que escolheu, seja ela qual for. Comunicar é a habilidade de externalizar informações, emoções, opiniões e qualquer tipo de conhecimento de um indivíduo para outro. A boa comunicação está na base de qualquer relacionamento humano e, na esfera profissional, não poderia ser diferente. Quanto maior for o entendimento entre as pessoas, maior será o bem-estar existente entre os interlocutores e mais produtiva e eficiente será sua convivência.
Para o profissional que busca destaque e reconhecimento em um mercado cada dia mais voraz e competitivo, a boa comunicação deixa de ser pré-requisito para tornar-se essencial. Algumas dicas são fundamentais àqueles que desejam se comunicar com clareza e excelência. Para qualquer tipo de comunicação, a primeira regra é organizar o raciocínio antes de falar ou escrever. No mundo corporativo, a boa comunicação está intimamente ligada à quantidade e qualidade do tempo despendido para captar uma informação!Em uma apresentação oral, por exemplo, fazer pausas ao final de cada informação e repetir as informações mais importantes são boas dicas para garantir um excelente entendimento do que é transmitido.
A postura do comunicador também é essencial enquanto ele se apresenta. Para quem o observa, cerca de 55% da mensagem são enviados pela linguagem corporal, contra 38% do tom de voz e 7% do que é realmente dito.Já na comunicação escrita, tornam-se fundamentais a clareza, a objetividade e a coerência. Quanto mais amplo e abrangente for o vocabulário de um profissional, mais desenvolta e segura será sua comunicação.
Daí a importância da leitura também na formação profissional. Ao concluir um texto escrito, vale a pena voltar ao início e fazer uma revisão. Atente para o uso das palavras e analise se foram bem utilizadas. Verifique a pontuação e elimine qualquer possibilidade de frases ambíguas. Veja se regras de regência, concordância e colocação pronominal foram respeitadas. Por último, elimine os erros de digitação.Entre os enganos clássicos que destroem a comunicação de um profissional dentro da empresa estão a troca de sujeito de primeira pessoa do singular pela do plural, mistura de interlocutores, repetição de palavras, queísmos e gerundismos.
A falta de ligação entre as ideias, parágrafos muitos longos, palavras negativas, gírias e abreviações também são erros graves, que devem ser evitados. Deixe as gírias para momentos de lazer. Na empresa, preze pela grafia correta das palavras.* Lígia Velozo Crispino é sócia-diretora da Companhia de Idiomas e atuou como professora de inglês por 18 anos.

A Casas Bahia nas mãos de Michael

Por Marcelo Onaga - A Casas Bahia, maior rede de varejo de móveis e eletrodomésticos do país, com faturamento anual de aproximadamente 14 bilhões de reais e 60 000 funcionários, concluiu no início de agosto uma das mais importantes mudanças em seus 56 anos de história. Saul Klein, filho do fundador, Samuel, e irmão mais novo de Michael Klein, presidente da empresa, está fora da sociedade. Responsável pela área comercial da Casas Bahia e dono de um terço das ações da companhia, Saul vendeu sua parte para o irmão, que também detinha um terço. O terço restante continua nas mãos de Eva, irmã de Saul e Michael que vive nos Estados Unidos e não participa da administração da empresa. Para concretizar a compra, Michael teria recorrido a bancos e fundos estrangeiros em busca dos recursos necessários. Estima-se que Saul tenha recebido cerca de 4 bilhões de reais por sua participação. Procurados, os controladores da Casas Bahia não comentaram o assunto.
O principal motivo para a saída de Saul teria sido uma série de discordâncias com o irmão sobre a condução dos negócios e a decisão do pai de entregar o comando da empresa a Michael, o primogênito, como manda a tradição judaica. A saída do caçula dos Klein poderia abrir espaço para que Michael busque um investidor com capacidade para bancar o crescimento da rede. Por outro lado, a ausência de Saul representa uma lacuna na operação comercial.
Tido como grande negociador, era ele quem conseguia preços e prazos com os fornecedores em condições mais vantajosas do que a concorrência. Sua saída ocorre num momento em que o relacionamento da Casas Bahia com os fornecedores tende a ficar mais complexo. A recente compra do Ponto Frio pelo Pão de Açúcar criou, pela primeira vez, um concorrente com capacidade financeira e escala para se aproximar da liderança de mercado, exercida há anos pela Casas Bahia. O destino de Saul Klein é incerto. O empresário não gosta de se expor, raramente é fotografado e ainda não anunciou o que vai fazer com os bilhões recebidos.

Nestlé fica perto de vitória sobre compra da Garoto


A Nestlé caminha para obter uma vitória, na segunda instância da Justiça, na disputa que trava com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para ficar com a fabricante de chocolates Garoto. Ontem, a quinta turma do Tribunal Regional Federal (TRF) de Brasília poderia ter chegado a uma decisão favorável à multinacional se um novo pedido de vistas não tivesse ocorrido, interrompendo mais uma vez o processo, que já dura cinco anos. Essa é uma das mais longas brigas judiciais envolvendo decisões do Cade.
Independentemente de qual venha a ser a decisão da 5ª turma do TRF, a novela em que se transformou a compra da Garoto pela Nestlé ainda não deverá chegar ao final, já que os dois lados podem recorrer, seja ao próprio TRF ou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). A Nestlé comprou a Garoto em 2002. Dois anos depois, o Cade determinou que a operação fosse desfeita, por entender que comprometia a concorrência no mercado brasileiro de chocolates. Após recorrer e perder no próprio Cade, a empresa foi à Justiça, obtendo vitória na primeira instância.
O Cade recorreu ao TRF. Em janeiro deste ano, dois juízes da 5ª turma votaram a favor da Nestlé e mandaram o Cade realizar um novo julgamento da operação. O terceiro e último voto dado ontem pelo juiz federal Avio Mozar Novaes, que havia pedido vistas no início do ano, também foi favorável à multinacional suíça, mas difere dos outros dois votos por entender que o negócio deve ser considerado automaticamente aprovado, pois o Cade ultrapassou o prazo de 60 dias para análise, como manda a lei antitruste.
Diante do novo argumento, o desembargador Fagundes de Deus, que já havia votado, pediu para rever o processo, sinalizando que pode seguir o colega Novaes nessa questão. Por isso, são fortes as indicações de que o Cade perderá nessa segunda instância. Se isso se confirmar, o Cade deve recorrer também dessa decisão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Café amargo

Por ROSELI LOTURCO - Primeiro foram os benefícios, depois os bônus. Mas as metas para 2009 continuam ambiciosas e os temores também e, por causa deles, algumas empresas vêm fazendo cortes mais embaixo. E foi justamente essa a escolha da IBM. A multinacional norte-americana optou há pouco mais de um mês pelo corte do café gratuito aos seus 18 000 colaboradores no Brasil. A notícia caiu como uma bomba internamente. “
Além do café, que agora custa 75 centavos a xícara, cortaram o subsídio à refeição e reduziram drasticamente o percentual de reajustes salariais para a média chefia”, diz um exanalista de hardware da empresa, demitido junto com outros de seu departamento entre março e abril deste ano. A empresa, que diz não estar em crise, justifi ca o corte do café como um ato corriqueiro de ajustes de gestão e nega demissões em massa.
“Todo ano avaliamos se determinadas práticas se fazem necessárias. Achamos que o café pode ser pago, assim como se paga quando vai tomá-lo na padaria”, diz Osvaldo Nascimento, diretor de recursos humanos da IBM Brasil. “As pessoas fi caram chateadas, pois o café era um momento de aliviar a tensão do dia a dia, de conversar”, diz um consultor da empresa.
Uma pesquisa feita pela consultoria Robert Half mostrou que a pausa para o cafezinho é um momento para relaxar (para 55% dos entrevistados), mas também de integração (41%). Na realidade, cortar o café (dentre outros mimos) é a típica situação que pode se voltar contra a empresa.“
A repercussão é quase sempre negativa e pode provocar sabotagens dos funcionários”, diz Cristiane Gonçalves, gerente de gestão de recursos humanos da KPMG. A especialista lembra do caso de uma empresa do setor de serviços que, recentemente, tirou o celular de supervisores e gerentes e teve de voltar atrás. “A repercussão foi tão ruim que os gerentes se recusaram a atender os chefes fora do horário do expediente de trabalho. A companhia recuou em seguida.”

‘O Aprendiz’ será apresentado por João Doria Júnior

João Doria Júnior é mesmo o novo apresentador de O Aprendiz. O contrato, que será assinado nos próximos dias, foi tema de uma reunião de conselho da Record nesta segunda-feira (27/7).
A escolha do empresário do ramo de comunicação e marketing foi noticiada em primeira mão pelo
Poltrona no início de julho. João Doria Junior foi convidado por Walter Zagari, vice-presidente comercial da Record. Aceitou e começou a negociar o contrato com Honorilton Gonçalves, vice-presidente artístico e número 1 da emissora.
No entanto, mesmo após o início das conversas com o empresário, outra possibilidade corria em paralelo.
A produção de O
Aprendiz deseja há algum tempo emplacar uma edição derivada (spin-off) do reality show comandada por uma mulher. Com a ida de Roberto Justus para o SBT, decidiram apostar na mudança para a edição regular.
Alguns diretores e conselheiros da Record também acreditam no projeto. Surgiu, então, o nome de Cristiana Arcangeli para apresentar O Aprendiz.
A empresária é conhecida por criar a Phytoervas, marca de produtos de beleza, e a Phytoervas Fashion, semana de moda precursora da São Paulo Fashion Week.
Na reunião desta segunda-feira, os conselheiros tentaram convencer Honorilton Gonçalves a abrir mão de João Doria Júnior. Foi em vão.
João Doria Júnior já teve uma primeira reunião com a equipe de O Aprendiz para discutir o formato da próxima edição.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Crise faz escolas de negócios mudarem grade curricular

Por Luana Cristina de Lima Magalhães - InfoMoney - Diante da crise financeira mundial, as escolas de negócios tiveram que adaptar a sua grade curricular para atender a demanda do mercado de trabalho. Se antes a prioridade era enfatizar os aspectos financeiros, nesse momento, essas instituições de ensino começam a valorizar a gestão empresarial."Um exemplo claro dessa mudança (que sempre é de longo prazo) é dado pelas multinacionais brasileiras, ou seja, empresas com operações no exterior. A competência em gestão que era apenas a décima preocupação mais importante dos gestores para competir no mercado doméstico, hoje, depois da internacionalização, é a terceira mais relevante", afirma a diretora da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Maria Tereza Leme Fleury.O problema da formação executivaUm outro problema enfrentado nos cursos, na opinião de Maria Tereza, são as dificuldades que os estudantes de educação executiva encontram por conta das falhas do sistema de educação básica brasileiro."A precariedade do ensino básico no Brasil é algo que tem impactos na educação executiva, pois é comum um aluno chegar à faculdade ou à pós-graduação com problemas de formação que impedem o aprimoramento. Nesse sentido, nossa experiência mostra que a educação executiva tem de ser pensada já desde a graduação, passando pela educação executiva e por programas de pós-graduação que desenvolvam uma mentalidade mais global".Maria Tereza destaca ainda que os programas de formação executiva precisam pensar tanto na capacitação daquele executivo que irá atuar em empresas quanto naqueles executivos que pretendem se tornar empresários, ensinando o empreendedorismo. Outra vertente de estudo que precisa ser analisada é o programa de formação de gestores públicos, atividade ligada diretamente à necessidade de modernização do Estado.Falhas no ensinoAlém dessas preocupações, as escolas de negócios também precisam verificar a eficácia de alguns métodos de ensino aplicados, como o estudo de casos. Para Maria Tereza, esse modelo de aprendizado, no qual os estudantes analisam um determinado caso de uma empresa e tomam as decisões, é limitado."O estudo de caso, fundamentado em diagnóstico e decisão, precisa compreender melhor a complexidade de uma organização. O processo de tomada de decisão fundamentado em um estudo de caso pode levar os gestores a acreditarem que as soluções para os diferentes problemas de uma organização são mais fáceis do que parecem, levando a simplificações".

Empresa de um homem só

Por Denis Mello (diretor-presidente do FBDE NEXION Consulting Na semana passada, almocei com a filha de um empresário de grande expressão na década de 90. Durante o encontro, tive a oportunidade de relembrar a trajetória daquele que foi um empreendedor visionário, que alcançou seu desejo de enfrentar desafios, transpor obstáculos e viver, exclusivamente, para o trabalho, de maneira austera, solitária e centralizadora.
Conhecido por seu temperamento explosivo, ele alcançava expressivos resultados nos negócios, utilizando como estilo de gestão a interferência pessoal junto às lideranças das áreas que não seguiam o ritmo por ele traçado. Com excepcional capacidade de liderar imperativamente, era ágil, inteligente e quase onipresente dentro da empresa. Ou seja, “um rolo compressor”, um misto de genialidade e autoritarismo. Era extremamente competitivo.
Competia com os talentos internos, as diferentes áreas da companhia e os consultores que contratava para ajustar o que, segundo ele, era resultado de deficiências causadas por quem não conseguia compreendê-lo.Com frequência, suas intervenções criavam um clima pouco propício ao desenvolvimento das pessoas, constrangendo e reduzindo as lideranças perante seus liderados.
Bastava um olhar mais severo para que as pessoas se calassem diante da negação do líder em deixar que outros “acendessem suas velas no vasto conhecimento que possuíam”, como aconselhava Winston Churchill. Fazia questão de demonstrar austeridade. Vivia em um pequeno apartamento e dirigia um carro simples, com muitos anos de uso.
Amigos não tinha e também não fazia questão de cultivar relacionamentos. Era um homem só, apesar de três casamentos e quatro filhos. Uma solidão que, conforme me relatou a filha, o acompanhou até o fim da vida. Poucos foram aqueles que se dispuseram a dele se despedir. Quem mais sentiu foi a empresa, viúva solitária. Feneceu junto com ele, como resultado de um exemplo de empreendedorismo, muitas vezes glorificado em décadas passadas, onde o “dono” era o norte, a verdade, o fim. Este não é, infelizmente, um caso isolado de um empreendimento edificado para uma única geração.
Ainda nos deparamos, em nossa experiência de muitos anos de consultoria, com este modelo de gestão de “tiro curto”. Talvez, em menor intensidade, mas que apresenta muitas semelhanças com essa história de sucesso efêmero. Vale a pena pensar nisto!

sábado, 8 de agosto de 2009

Cancun de "barbada"!!!

Os pacotes para Cancun no México cairam 70% em seus valores, motivo, óbvio, A GRIPE!!!!

Liderança doce

Cacau Show já é a maior frnaquia de aliemntação do Brasil, ultrapassando o Bob´s, a chocolataria conta hoje no país com 668 lojas e pretende, até 2010, abrir mais 300 lojas no país, que coisa heim...

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Uma máquina de perder dinheiro

Os altos salários e as contratações milionárias no futebol são um belo atrativo para um crescente número de aspirantes a ídolos dos gramados. São poucos, entretanto, os jogadores que conseguem se destacar nesse mercado tão competitivo. Entre eles, está o carioca Romário de Souza Faria, de 43 anos, craque da conquista do tetracampeonato pela seleção brasileira na Copa do Mundo de 1994. Durante mais de 20 anos de carreira, o "Baixinho" faturou milhões no Barcelona e no holandês PSV e foi um dos jogadores mais bem pagos do país entre 1999 e 2001, quanto recebia a bolada mensal de 450.000 reais mensais atuando pelo Flamengo e pelo Vasco.
Considerado o melhor jogador do mundo em 1994 pela Fifa, Romário não se mostrou o mesmo craque como administrador de fortunas. Suas economias são insuficientes hoje para quitar as dívidas, estimadas em cerca de 8 milhões de reais. O passivo foi acumulado em 28 derrotas sofridas na Justiça do Rio de Janeiro - entre ações cíveis, trabalhistas e tributárias. A tendência é de que novos débitos surjam ao longo dos próximos anos, quando o ex-jogador deverá responder a mais de 40 processos ainda em curso.

Verba para a educação superior

G1.com.br - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou R$1 bilhão para financiar instituições de ensino superior públicas e particulares que apresentarem, de acordo com critérios do Ministério da Educação (MEC), bom desempenho acadêmico. Instituições públicas federais não terão acesso ao dinheiro.
Elas poderão, com o financiamento, fazer obras de infraestrutura, comprar material didático, adquirir equipamentos nacionais que sejam credenciados pelo BNDES e importar maquinário que não tenha produção equivalente no Brasil. Além disso, as instituições podem usar o dinheiro para projetos de reestruturação financeira.
O prazo máximo para financiamento é de 72 meses para a reestruturação e de 120 meses para os outros itens. Os juros serão menores que os do mercado.
O protocolo, assinado nesta quarta-feira (5), diz que, para receberem o financiamento, as instituições deverão ter bons indicadores gerais e de curso. Em uma escala do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep) que vai até cinco, as universidades, faculdades e centros universitários terão que ter, no mínimo, três pontos. Os cursos deverão ter conceito igual ou maior que três para no mínimo 70% das graduações.
Pelo menos 60% dos cursos também deverão ter reconhecimento do MEC ou dos órgãos estaduais, caso não façam parte do sistema nacional. Esses critérios fazem parte dos requisitos definidos pelo Sistema Nacional de Educação Superior (Sinaes).

Até a Gerdau...

A maior produtora de aços longos das Américas, Gerdau, amargou um prejuízo de R$ 329 milhões no segundo trimestre, afetada por queda nas vendas e por impactos gerados por baixas contábeis de cerca de R$ 1 bilhão. A companhia informou que se não fossem as baixas contábeis de ativos o resultado do trimestre teria sido positivo em R$ 467,4 milhões.
No primeiro semestre, a empresa teve um prejuízo líquido de R$ 294 milhões. Segundo balanço divulgado pela Gerdau nesta quinta-feira (6), as operações da empresa na América do Norte, América Latina e com aços especiais apresentaram prejuízo no período.
O destaque ficou na área de aços especiais, cujo prejuízo do primeiro para o segundo trimestres cresceu de R$ 127 milhões para R$ 683 milhões. As operações da empresa no Brasil registraram melhora, com lucro crescendo de R$ 472 milhões para R$ 643 milhões entre março e junho.
No primeiro trimestre, a Gerdau havia registrado ligeiro lucro líquido de R$ 35 milhões, enquanto no segundo trimestre do ano passado a companhia tinha divulgado ganho de R$ 2,12 bilhões. A Gerdau não informou dados comparativos ao segundo trimestre de 2008 no balanço divulgado nesta quinta-feira.

Após ataque, Twitter diz que serviço voltou a funcionar

O serviço de microblog Twitter informou, em seu blog de status, que o site voltou a funcionar por volta das 12h15 desta quinta-feira (6). No entanto, a página -- que ficou oficialmente fora do ar por mais de uma hora -- continua inacessível para muitos internautas de todo o mundo.
O Twitter informou que os usuários devem enfrentar lentidão no serviço, enquanto ele não estiver totalmente estabilizado. “Estamos trabalhando para voltar a 100%” o mais rápido possível.

O site foi derrubado por um ataque de “negação de serviço” (Distributed Denial of Service), divulgou o blog oficial. Pessoas mal-intencionadas realizam esse tipo de ataque com o intuito de sobrecarregar um serviço, para tirá-lo do ar.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Leitor flagra GM Agile no interior de SP

Por Vitor Matsubara/Foto: Michel Assis 03/08/2009 - As formas do Agile, novo hatchback da Chevrolet (e que, até pouco tempo atrás, era conhecido pelo codinome Viva), já são conhecidas após o flagrante de QUATRO RODAS na Argentina. Mas, até semana passada, o novo lançamento da GM só havia sido flagrado rodando em testes fora do Brasil.
O flagrante acima, feito pelo leitor Michel Assis, mostra que o Agile já dá o ar de sua graça nas ruas brasileiras. De acordo com Assis, o veículo foi fotografado em uma rua de São José dos Campos (SP), mas relatos indicam que o Agile também está rodando por São Caetano do Sul, no ABC Paulista. Vale lembrar que ambas as cidades abrigam fábricas da montadora norte-americana.
O Agile chegará ao Brasil no último trimestre do ano. Suas linhas lembram o Corsa europeu, mas exibem tendências de estilo recentes da marca, como a grade dianteira trapezoidal e o formato dos faróis.
O modelo deve ser oferecido com a motorização 1.4 Econoflex, a mesma adotada pela GM na família Corsa e no sedã Prisma. O Agile foi completamente desenvolvido pela subsidiária brasileira da Chevrolet e será destinado a mercados emergentes.