terça-feira, 15 de setembro de 2009

Nestlé e a seleção


Portal Exame - Nestlé, maior empresa de produtos alimentícios do mundo, negocia com a CBF para entrar no panteão de empresas que patrocinam a Seleção Brasileira de Futebol -- grupo do qual fazem parte Nike, Pão de Açúcar, AmBev, Vivo e TAM. Nenhuma das partes comenta o assunto oficialmente, mas executivos da multinacional suíça dizem que as negociações para a assinatura de um contrato estão em estágio avançado. Caso feche o acordo, a Nestlé poderá usar a imagem da seleção para promover sua marca e terá o direito de expor banners em treinos da equipe e prioridade para comprar cotas de patrocínio nas transmissões dos jogos da Copa de 2014, evento que será realizado no Brasil.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Jobs voltou!

G1 - "Estou muito feliz por estar aqui hoje com todos vocês. Como alguns de vocês sabem há cerca de 5 meses eu fiz um transplante de fígado, de modo que agora tenho o fígado de uma pessoa de uns 20 anos que morreu em um acidente de carro. Eu não estaria aqui sem tamanha generosidade. Espero que todos nós possamos ser tão generosos e nos tornarmos doadores de órgãos", disse Jobs, agradecendo o apoio da comunidade, Tim Cook e do time executivo da Apple, para ser ovacionado logo em seguida. "Então, eu estou na vertical, estou de volta, eu estou começando a trabalhar com nossas equipes para lançar alguns grandes produtos novos", afirmou Jobs, segundo cobertura ao vivo do blog "Engadget".

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Eduardo Tevah em Pelotas!


O Conselho Regional de Administração e a Associação dos Administradores Profissionais de Pelotas trazem à Pelotas o conferencista Eduardo Tevah no dia 24/09 às 19hs no Theatro Guarany, com a palestra Oportunidade para Inovação e Sustentabilidade, ingressos à venda na sede do CRA Pelotas, UCPEL, UFPEL, Faculdade Senac e Anhanguera junto aos cursos de Administração destas instituições, exceto a Faculdade Senac que deve ser junto a recepção da entidade. Investimento de R$ 10,00 estudante e R$ 15,00 profissionais, preços especiais para pacotes de empresas.

Nota de esclarecimento

A Sadia informa que seu diretor-presidente, Gilberto Tomazoni, decidiu deixar a companhia após 27 de anos de trabalho, dos quais quatro anos no cargo. Sob a liderança de Tomazoni, a Sadia se consolidou como um dos principais players mundiais em seu segmento. Trata-se de uma decisão pessoal e aceita pela companhia, que nomeou o atual presidente do Conselho de Administração, Julio Cardoso, para acumular o cargo.

Cardoso, que assumiu a Presidência do Conselho em julho, foi presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frango (Abef) entre 2004 e 2005. Foi, ainda, presidente das empresas Seara Alimentos, Santista Alimentos e Kibon, entre outras.

A mudança em nada irá alterar a rotina da Sadia, que segue operando de forma separada e independente, em respeito ao Acordo de Preservação da Reversibilidade da Operação (APRO) firmado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

São Paulo, 2 de setembro de 2009

Sadia S. A.

Sadia demite seu presidente

Por Cristiane Mano - O executivo Gilberto Tomazoni deixa nesta quarta-feira a presidência da Sadia, após quatro anos no cargo. Para seu lugar, foi escolhido Julio Cardoso, ex-presidente de empresas como Bunge Alimentos e Seara. Cardoso ocupava desde julho deste ano o cargo de presidente do conselho de administração da Sadia, quando Luiz Furlan assumiu a co-presidência do conselho de administração da Brasil Foods, ao lado de Nildemar Secches.
É a terceira - e mais importante - baixa na diretoria da empresa neste ano. Gilberto Xandó, diretor comercial de mercado externo da Sadia, foi o primeiro a sair, em janeiro. Em junho, Eduardo Noronha deixou a diretoria de RH da empresa para assumir a posição de COO na Contax.
A fusão entre Sadia e Perdigão está sendo coordenada pela consultoria McKinsey.

Administração da Católica e Câmara de Vereadores firmam parceria

Planejamento, endomarketing e marketing social agora são elementos de gestão que entram na rotina da Câmara Municipal de Vereadores de Pelotas. A Universidade Católica (UCPel) e a Casa do Povo fecharam parceria para que três estudantes de Administração realizem no local seus trabalhos de conclusão de curso.
A formalização ocorreu na manhã desta segunda-feira (24), na sede da Câmara.O conhecimento acumulado durante a graduação servirá agora tanto para o aperfeiçoamento da formação dos alunos quanto para trazer melhorias na gestão da Câmara. Quem sai ganhando é a comunidade. Conforme o vereador Eduardo Macluf, autor da proposta, a ideia é que a presença dos futuros administradores auxilie no processo de gestão da entidade. Mudar “vícios” e romper paradigmas são os desafios para os processos administrativos. “A intenção é mudar, melhorar.
O sucesso do trabalho dos estudantes é o sucesso que queremos para esta Casa e para a comunidade de Pelotas”, salientou.Para o professor orientador dos estágios, Rafael Damé Andretti, a inserção dos acadêmicos em uma organização pública é um diferencial agregador da formação dos estudantes da UCPel. “Nesse novo currículo do curso, que tem ênfase na prática, ter a experiência da atividade pública de responsabilidade social é muito importante”, afirmou.Conforme o coordenador do curso de Administração, professor Elói Tramontin, a atuação dos acadêmicos será semelhante a uma consultoria. “Serão três meses de análise e criação de planos de ação.
A proposta é melhorar de acordo com novas técnicas administrativas não só no meio de gestão, mas político”, salientou. De acordo com ele, é importante que, após essas análises, o trabalho possa ter continuidade e seja implementado e executado.Ferramentas de gestão na área públicaAs três áreas que serão trabalhadas pelos alunos foram escolhidas de acordo com as demandas da própria Câmara. O endomarketing procurará pesquisar o clima organizacional. O planejamento buscará um diagnóstico administrativo e elaborará planos de ação. Ao marketing social cabe analisar o conhecimento que a comunidade tem em relação ao trabalho realizado pela Câmara de Vereadores. Os estudantes Lucélia Maciel, Heloísa Helena Oliveira e Daniel Xavier dos Santos serão os responsáveis, respectivamente, por cada área. De acordo com Lucélia, dois grandes desafios a serem enfrentados são a mudança de hábitos necessária à entidade e sua estrutura física limitada. “Vamos operar com o melhor do que adquirimos nesses anos de estudo”, disse.

Empresas polêmicas

O administrador de empresas paulistano Aldo Toledo, de 26 anos, enfrentou a desconfiança de parentes e amigos quando escolheu seu curso de trainee no início de 2007. O jovem talento, que tinha acabado de ser contratado como analista da multinacional de tecnologia Siemens, foi aprovado em três programas, dois deles em São Paulo, e poderia optar por trabalhar em um grande grupo empresarial brasileiro ou em uma companhia global do setor de alimentos.
Mas Aldo preferiu se mudar para o Rio de Janeiro para ser trainee da fabricante de cigarros Souza Cruz, não sem antes ter que dar explicações. “Muitos me perguntaram se eu teria que começar a fumar para trabalhar lá. Até um professor me questionou sobre os motivos da minha escolha”, diz. Aldo acabou convencendo todos de que aquela era uma boa decisão. Seus argumentos?
A Souza Cruz ofereceu as melhores perspectivas de carreira e foi transparente com relação à questão do cigarro. “Não vejo problema em trabalhar em uma empresa de tabaco. A Souza Cruz fala claramente que o produto oferece riscos, mas se dirige ao público adulto, que escolhe fumar onscientemente”, diz. Polêmicas à parte, Aldo tem hoje uma carreira ascendente na companhia. O jovem gestor ilustra bem a agressividade do plano de carreira na Souza Cruz.
Com menos de um ano de casa, foi promovido a gerente de tesouraria, antes mesmo de concluir o programa de trainee, e deve receber mais uma promoção no fim do ano para uma área nova. Neste ano, a Souza Cruz vai investir 6 milhões de reais no desenvolvimento de seus funcionários. Os programas incluem parcerias com algumas das melhores escolas de negócios do país, como a Coppead-UFRJ, no Rio, e a Fundação Dom Cabral, em Belo Horizonte. Criada há dez anos, a academia de trainees da empresa,da qual Aldo participou, recebe todo ano 25 jovens, que fazem um "mini-MBA" de 18 meses.
No semestre final, eles são promovidos a gerentes e participam de sessões de coaching. A empresa também oferece oportunidades de carreira internacional, pois faz parte da British American Tobacco, o segundo maior grupo fumageiro do mundo. “Em geral, setores que trabalham com produtos polêmicos têm políticas de desenvolvimento e remuneração bem agressivas, já que o negócio em si não é um diferencial na atração e retenção de profissionais”, diz Thais Blanco, consultora sênior da Hewitt Associates, de São Paulo. “A indústria tabagista, por exemplo, é pioneira na criação de universidades corporativas.(http://www.vocesa.com.br/)”.