sábado, 8 de agosto de 2009

Liderança doce

Cacau Show já é a maior frnaquia de aliemntação do Brasil, ultrapassando o Bob´s, a chocolataria conta hoje no país com 668 lojas e pretende, até 2010, abrir mais 300 lojas no país, que coisa heim...

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Uma máquina de perder dinheiro

Os altos salários e as contratações milionárias no futebol são um belo atrativo para um crescente número de aspirantes a ídolos dos gramados. São poucos, entretanto, os jogadores que conseguem se destacar nesse mercado tão competitivo. Entre eles, está o carioca Romário de Souza Faria, de 43 anos, craque da conquista do tetracampeonato pela seleção brasileira na Copa do Mundo de 1994. Durante mais de 20 anos de carreira, o "Baixinho" faturou milhões no Barcelona e no holandês PSV e foi um dos jogadores mais bem pagos do país entre 1999 e 2001, quanto recebia a bolada mensal de 450.000 reais mensais atuando pelo Flamengo e pelo Vasco.
Considerado o melhor jogador do mundo em 1994 pela Fifa, Romário não se mostrou o mesmo craque como administrador de fortunas. Suas economias são insuficientes hoje para quitar as dívidas, estimadas em cerca de 8 milhões de reais. O passivo foi acumulado em 28 derrotas sofridas na Justiça do Rio de Janeiro - entre ações cíveis, trabalhistas e tributárias. A tendência é de que novos débitos surjam ao longo dos próximos anos, quando o ex-jogador deverá responder a mais de 40 processos ainda em curso.

Verba para a educação superior

G1.com.br - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou R$1 bilhão para financiar instituições de ensino superior públicas e particulares que apresentarem, de acordo com critérios do Ministério da Educação (MEC), bom desempenho acadêmico. Instituições públicas federais não terão acesso ao dinheiro.
Elas poderão, com o financiamento, fazer obras de infraestrutura, comprar material didático, adquirir equipamentos nacionais que sejam credenciados pelo BNDES e importar maquinário que não tenha produção equivalente no Brasil. Além disso, as instituições podem usar o dinheiro para projetos de reestruturação financeira.
O prazo máximo para financiamento é de 72 meses para a reestruturação e de 120 meses para os outros itens. Os juros serão menores que os do mercado.
O protocolo, assinado nesta quarta-feira (5), diz que, para receberem o financiamento, as instituições deverão ter bons indicadores gerais e de curso. Em uma escala do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep) que vai até cinco, as universidades, faculdades e centros universitários terão que ter, no mínimo, três pontos. Os cursos deverão ter conceito igual ou maior que três para no mínimo 70% das graduações.
Pelo menos 60% dos cursos também deverão ter reconhecimento do MEC ou dos órgãos estaduais, caso não façam parte do sistema nacional. Esses critérios fazem parte dos requisitos definidos pelo Sistema Nacional de Educação Superior (Sinaes).

Até a Gerdau...

A maior produtora de aços longos das Américas, Gerdau, amargou um prejuízo de R$ 329 milhões no segundo trimestre, afetada por queda nas vendas e por impactos gerados por baixas contábeis de cerca de R$ 1 bilhão. A companhia informou que se não fossem as baixas contábeis de ativos o resultado do trimestre teria sido positivo em R$ 467,4 milhões.
No primeiro semestre, a empresa teve um prejuízo líquido de R$ 294 milhões. Segundo balanço divulgado pela Gerdau nesta quinta-feira (6), as operações da empresa na América do Norte, América Latina e com aços especiais apresentaram prejuízo no período.
O destaque ficou na área de aços especiais, cujo prejuízo do primeiro para o segundo trimestres cresceu de R$ 127 milhões para R$ 683 milhões. As operações da empresa no Brasil registraram melhora, com lucro crescendo de R$ 472 milhões para R$ 643 milhões entre março e junho.
No primeiro trimestre, a Gerdau havia registrado ligeiro lucro líquido de R$ 35 milhões, enquanto no segundo trimestre do ano passado a companhia tinha divulgado ganho de R$ 2,12 bilhões. A Gerdau não informou dados comparativos ao segundo trimestre de 2008 no balanço divulgado nesta quinta-feira.

Após ataque, Twitter diz que serviço voltou a funcionar

O serviço de microblog Twitter informou, em seu blog de status, que o site voltou a funcionar por volta das 12h15 desta quinta-feira (6). No entanto, a página -- que ficou oficialmente fora do ar por mais de uma hora -- continua inacessível para muitos internautas de todo o mundo.
O Twitter informou que os usuários devem enfrentar lentidão no serviço, enquanto ele não estiver totalmente estabilizado. “Estamos trabalhando para voltar a 100%” o mais rápido possível.

O site foi derrubado por um ataque de “negação de serviço” (Distributed Denial of Service), divulgou o blog oficial. Pessoas mal-intencionadas realizam esse tipo de ataque com o intuito de sobrecarregar um serviço, para tirá-lo do ar.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Leitor flagra GM Agile no interior de SP

Por Vitor Matsubara/Foto: Michel Assis 03/08/2009 - As formas do Agile, novo hatchback da Chevrolet (e que, até pouco tempo atrás, era conhecido pelo codinome Viva), já são conhecidas após o flagrante de QUATRO RODAS na Argentina. Mas, até semana passada, o novo lançamento da GM só havia sido flagrado rodando em testes fora do Brasil.
O flagrante acima, feito pelo leitor Michel Assis, mostra que o Agile já dá o ar de sua graça nas ruas brasileiras. De acordo com Assis, o veículo foi fotografado em uma rua de São José dos Campos (SP), mas relatos indicam que o Agile também está rodando por São Caetano do Sul, no ABC Paulista. Vale lembrar que ambas as cidades abrigam fábricas da montadora norte-americana.
O Agile chegará ao Brasil no último trimestre do ano. Suas linhas lembram o Corsa europeu, mas exibem tendências de estilo recentes da marca, como a grade dianteira trapezoidal e o formato dos faróis.
O modelo deve ser oferecido com a motorização 1.4 Econoflex, a mesma adotada pela GM na família Corsa e no sedã Prisma. O Agile foi completamente desenvolvido pela subsidiária brasileira da Chevrolet e será destinado a mercados emergentes.

domingo, 2 de agosto de 2009

Metade dos principais executivos se aposentará nos próximos sete anos

Época NEGÓCIOS Online - Um cenário assustador para as empresas ao redor do mundo. Nos próximos sete anos, metade dos executivos em posição de liderança estará aposentada. A situação coloca uma questão: há líderes prontos para assumir o comando? Com isso em vista, muitos profissionais reavaliam agora sua carreira e seus planos de aposentadoria, aponta a pesquisa Executive Quiz, realizada pela Korn/Ferry Institute com executivos de mais de 70 países. O estuda mostra que a maioria deles, 52%, pretende adiar os planos de aposentadoria para depois dos 64 anos. O resultado é 8% superior ao registrado em 2004. O Quiz também revela que 63% dos líderes, 73% no caso dos brasileiros, pretendem estender sua atuação profissional por mais tempo do que o planejado há três anos. A pesquisa também mostra apreensão crescente nas companhias em relação à perda de conhecimento acumulado pela atual geração de executivos no momento de suas aposentadorias. Para 41% dos entrevistados, há um crescimento considerável da preocupação de perda de capital intelectual crítico para o sucesso das empresas. Esse percentual é 7% maior do que em 2004. No Brasil, 54% dos executivos estão igualmente preocupados.